

Nossa História
O Instituto Quintal nasceu para aproximar as crianças da natureza através do brincar, da cultura popular e da ciência.
Sobre Mim
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Experiência
2007
2009
2011
2013
O nascimento
Em Braga, durante sua jornada na Universidade do Minho, Lara Queiroz começa a desenhar os primeiros contornos do que viria a ser o Instituto Quintal.
A ideia nasce da leitura do livro “Por uma Educação Romântica”, de Rubem Alves, e ganha forma com o apoio da professora doutora Custódia Martins, diretora do curso de Educação.
É nesse encontro entre memória, saudade do Brasil, afeto e estudo que Lara inicia a elaboração da sua "tese" — uma proposta de abordagem educativa brasileira, inspirada na delicadeza e sabedoria de sua avó materna, Helena Firmina de Queiroz.
Ainda em Portugal, Lara percebe que, para dar forma ao Instituto Quintal, seria preciso criar caminhos de viabilização.
É nesse momento que inicia um trabalho de curadoria e articulação, levando a produção de fotógrafos brasileiros para novos territórios. Exposições exclusivas são concebidas e realizadas entre Portugal e o Museu do Louvre, em Paris.
Entre imagens e encontros, surgem não apenas recursos, mas conexões — ventos que atravessam fronteiras e começam a sustentar o que, até então, era sonho.
Raízes
Em 2011, Lara retorna ao Brasil e inicia a busca por um espaço onde sua proposta de educação infantil pudesse ganhar corpo — à época, chamada Quintal Infâncias.
O caminho é lento, feito de tentativas e esperas.
Até que, em 2013, com o aval do diretor do Centro de Cultura Amélio Amorim (Feira de Santana-Bahia), Gabriel, surge um pequeno espaço.
É ali que, finalmente, o Quintal começa a acontecer — encontrando, nas crianças, suas próprias infâncias.
Ecos e encontros
Em 2013, ainda movida pela busca de caminhos para ampliar um trabalho até então solitário, Lara idealiza o Seminário Estudos da Infância, realizado no Centro de Cultura Amélio Amorim.
O encontro reúne importantes nomes da educação infantil não escolar, como José Pacheco, Nairzinha e Therezita Pagani (in memoriam), entre outros.
Ao lado deles, a cultura popular também se faz presente, em coro vivo, com grupos culturais e os repentistas Antônio de Queiroz e Bule-Bule, a convite do amigo Getúlio Andrade.
Entre saberes e cantorias, o Quintal se amplia — deixando de ser apenas um gesto solitário para se tornar encontro.

